SPED Fiscal – Prazos Bloco K – AJUSTE SINIEF 8, DE 2 DE OUTUBRO DE 2015

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil, na 158ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, realizada em Florianópolis, SC, no dia 2 de outubro de 2015, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte

AJUSTE:

Cláusula primeira Fica alterado o § 7º da cláusula terceira do Ajuste SINIEF 02/09, de 3 de abril de 2009, com a redação que se segue:

“§ 7º A escrituração do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque será obrigatória na EFD a partir de: I – 1º de janeiro de 2016:

a) para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$300.000.000,00;

b) para os estabelecimentos industriais de empresa habilitada ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof) ou a outro regime alternativo a este;

II – 1º de janeiro de 2017, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$78.000.000,00;

III – 1º de janeiro de 2018, para: os demais estabelecimentos industriais; os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e os estabelecimentos equiparados a industrial.”.

Cláusula segunda Ficam acrescentados os §§8º e 9º à cláusula terceira do Ajuste SINIEF 02/09, com a redação que se segue:

“§ 8º Para fins do Bloco K da EFD, estabelecimento industrial é aquele que possui qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento.

§ 9º Para fins de se estabelecer o faturamento referido no § 7º, deverá ser observado o seguinte:

I – considera-se faturamento a receita bruta de venda de mercadorias de todos os estabelecimentos da empresa no território nacional, industriais ou não, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de vendas e os descontos incondicionais concedidos;

II – o exercício de referência do faturamento deverá ser o segundo exercício anterior ao início de vigência da obrigação.”. Cláusula terceira Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de novembro de 2015.

Presidente do CONFAZ – Fabricio do Rozario Valle Dantas Leite p/ Joaquim Vieira Ferreira Levy; Receita Federal do Brasil – Jorge Antonio Deher Rachid; Acre – Lilian Virginia Bahia M. Caniso p/ Joaquim Manoel Mansour Macedo, Alagoas – George André Palermo Santoro, Amapá – Neiva Lúcia Costa Nunes p/ Josenildo Santos Abrantes, Amazonas – Afonso Lobo Moraes, Bahia – José Luiz Santos Souza p/ Manoel Vitório da Silva Filho, Ceará – Carlos Mauro Benevides Filho, Distrito Federal – João Antonio F. Teixeira p/ Pedro Meneguetti, Espírito Santo – Ana Paula Vitali Janes Vescovi, Goiás – Ana Carla Abrão Costa, Maranhão – Magno Vasconcelos pereira p/ Marcellus Ribeiro Alves, Mato Grosso – Paulo Ricardo Brustolin da Silva, Mato Grosso do Sul – Márcio Campos Monteiro, Minas Gerais – José Afonso Bicalho Beltrão da Silva, Pará – Carlos Alberto Martins Queiroz p/ Nilo Emanoel Rendeiro de Noronha, Paraíba – Fernando Pires Marinho Junior p/ Marialvo Laureano dos Santos Filho, Paraná – Mauro Ricardo Machado Costa, Pernambuco – Márcio Stefanni Monteiro Morais, Piauí – Gardênia Maria Braga de Carvalho p/ Rafael Tajra Fonteles, Rio de Janeiro – José Edmundo de Azevedo Carvalho p/ Julio César Carmo Bueno, Rio Grande do Norte – André Horta Melo, Rio Grande do Sul – Luiz Antonio Bins p/ Giovani Batista Feltes, Rondônia – Wagner Garcia de Freitas, Roraima – Kardec Jackson Santos da Silva, Santa Catarina – Antonio Marcos Gavazzoni, São Paulo – Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Sergipe – Jeferson Dantas Passos, Tocantins – Wagner Borges p/ Paulo Afonso Teixeira.

 

Fonte:

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=18&data=08/10/2015

 

Disponibilizada nova versão do PVA da EFD ICMS IPI

Publicada a versão 2.1.5 do PVA da EFD ICMS IPI.
Principais alterações:
A partir do – Layout IX (2015)
– Registro 1400: Alteração da descrição do campo COD_MUN para Código do Município de origem/destino;
– Registro D100: Inclusão de regra que compara o CNPJ do participante com o o constante do campo CHV_CTE
??A partir do – Layout X (2016)
– Registro 1400: Alteração da descrição do campo COD_MUN para Código do Município de origem/destino;
– Registros C100, D100, G130, 1105 e 1110: Inclusão de regra que valida série do campo CHV_NFE.
– Registro 0200: Inclusão de regra que valida COD_NCM
– Registro G130: Inclusão de regra com obrigatoriedade de NFe e CTe de terceiros, quando for o caso.

Origem:  http://www1.receita.fazenda.gov.br/

Novidade no Questor Empresarial Geração do Bloco K.

Na versão 1.2.2.9, o Questor Empresarial disponibilizou O bloco K (Controle da Produção e do Estoque) destina-se ao controle quantitativo da produção e do estoque de mercadorias.
Lembrando a obrigatória, a partir de 1º de janeiro de 2016.

Abaixo detalhamento dos registros que serão gerados para atender o bloco K:
0210 – Consumo Específico Padronizado, com a informação da ficha técnica do cadastro de produtos.
K001 – Abertura do Bloco K
K100 – Período de Apuração
K200 – Estoque Escriturado, que irá gerar a informação dos estoques da data final do SPED Gerado.
K220 – Outras Movimentações Internas, com a informação dos lançamentos de fracionamento que tiver a informação do produto de saída vinculado ao produto de entrada, e unidades diferentes.
K230 – Itens Produzidos, com a informação do produto produzido da ordem de produção.
K235 – Insumos Consumidos, com a informação dos materiais consumidos da ordem de produção.
K250 – Industrialização de Terceiros – Itens Produzidos, com a informação do produto produzido na Ordem de Produção – Terceiros.
K255 – Industrialização de Terceiros – Insumos Consumidos, com a informação do material consumido na Ordem de Produção – Terceiros.
K990 – Encerramento do Bloco K.

Outras noticias pode ser acompanhadas no O que há de Novo no link abaixo.

http://central.questor.net.br/?r=planejamento/versao/ajuda&produto=5000&versao=1.2.2.9

Questor e o Bloco K no Sped Fiscal

Bloco K no Sped Fiscal, uma obrigação para 2016 a qual o Questor já disponibiliza para seus clientes.

A escrituração do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque, agora denominado Bloco K, deverá obrigatoriamente ser entregue a partir de 1º de janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais e equiparados e para os estabelecimentos atacadistas, ressaltamos que a critério do Fisco, essa obrigação pode ser exigida de outros setores. As informações a serem transmitidas são os saldos e movimentações de estoque de matéria prima, produto semiacabado e produto acabado, informações de ordem de produção e consumo realizado de matéria prima e produto semiacabado.
O Questor Tributário, a partir da sua versão 1.1.123.0 faz a importação de arquivos Sped Fiscal que possuam as informações pertinentes ao Bloco K e posterior geração do arquivo completo. Essa nova obrigação têm como principal objetivo cessar a sonegação fiscal.

ECF – Escrituração Contábil Fiscal (Passo a Passo)

Introdução a ECF – Escrituração Contábil Fiscal

ECF foi regulamentada pela Lei 12973

Quem está obrigados a entrega da ECF?

Através da Instrução Normativa RFB 1.422/2013 ficou estabelecido que a partir do ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de forma centralizada pela matriz.

A obrigatoriedade da entrega da ECF não se aplica:

I – às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123/2006;

II – aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e

III – às pessoas jurídicas inativas; e

IV – às pessoas jurídicas imunes e isentas que, em relação aos fatos ocorridos no ano-calendário, não tenham sido obrigadas à apresentação da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012.

Observações Importantes:

Fcont quem deve entregar?

Na DCTF do mês de dezembro 2013 existe uma opção se empresa é optante pela lei 12973 Parcial, Total ou Não Optante.

  • Quem Optou pela Totalidade da lei esta dispensada de entregar o Fcont
  • Quem Optou pela parcialidade da lei a receita não clara sobre entrega do Fcont
  • Quem Não Optou pela lei 12973 deve entregar Fcont/ECD/ECF

Fcont: Prazo de entrega se encerra no dia 30/06/2015 as 23:59 minutos
Sped Contábil(ECD):  Prazo de entrega se encerra no dia 30/06/2015 as 23:59 minutos
Muito importante orientar o cliente a fazer primeiro a entrega do arquivo do ECD para depois entregar o arquivo da ECF.
O arquivo ECD pode ser recuperado na ECF (No manual cita que é obrigatório quando é feita entrega da ECD, mas no validador esta dando apenas Advertência)
ECF no Questor

1º Passo: Relacionar Plano Referencial com Plano da Empresa (Padrão/Especifico)
Este Relacionamento é feito no Modulo Contábil
CadastroPlano de Contas OutrosPlano Referencial por Empresa
CadastroPlano de Contas OutrosRelacionar Plano PadrãoPlano Referencial
CadastroPlano de Contas OutrosRelacionar Plano EspecíficoPlano Referencial

2º Passo: Fazer Opção pela ECF

A opção é feita no modulo Fiscal
ImpostosFederaisECF (IRPJ e CSLL)Optante pela ECF
Nesta rotina que é definido qual é forma de Tributação da Empresa

3º Passo: Configurações para Apuração dos Impostos (IRPJ e CSLL)
Se forma de tributação foi Definida foi Lucro Real
Então devemos fazer a configuração em: ImpostosFederaisECF (IRPJ e CSLL)Lucro Real
Vai existir duas Configurações, que são:
Configurar Regras Fiscais
Esta configuração só sera usada se na Opção ECF foi definido Regime de Apuração = Mensal e a Forma Determinação = Receita Bruta
Configurar Regras Contábeis
Esta configuração só sera usada se na Opção ECF foi definido Regime de Apuração = Trimestral ou Mensal e a Forma Determinação = Trimestral ou Balancete de Suspensão ou Redução

4º Passo: Apuração da ECF – Empresa do Lucro Real com Prejuízos a Compensar
Ao fazer Apuração da ECF pela primeira fez o sistema vai retornar uma mensagem de aviso, este aviso tem intenção de alertar o usuário para informar saldo inicial do prejuízo acumulado de período anteriores.
Este saldo inicial deve ser lançado no cadastro IRPJ/CSLL – Identificação da Conta Parte B do menu ImpostosFederaisECF (IRPJ e CSLL)Lucro Real, será permitido fazer apuração da ECF e do Lucro Real ou Presumido (DIPJ), ao mesmo tempo.
Porque está permissão:
Como vamos precisar reapurar períodos anterior, é um segurança para cliente, desta forma ele não precisa esperar versão de correção para conferencia de valores.

5° Passo: Conferencia nos Demonstrativos da Apuração
Os demonstrativos foram implementados para simular o que cliente o que será considerado na escrituração da ECF.

6º Passo: Configuração da ECF para Geração do Arquivo
Esta rotina será usada para definir a parametrização das informações geradas no arquivo da ECF, a mesma deve ser feita no Modulo Fiscal na opção – Escrituração Contábil Fiscal localizada no menu ConfiguraçõesConfiguração ECF .

7º Passo: Geração do Arquivo da ECF
O arquivo deve ser gerado no Modulo Fiscal, opção  ECF – Escrituração Contábil Fiscal do menu ArquivosFederais.

Mais informações sobre Lei 12973: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/Lei/L12973.htm

 

Santa Catarina – Nova oportunidade para retificação da Escrituração Fiscal Digital

A Secretaria de Estado da Fazenda, por intermédio da Diretoria de Administração Tributária, publicou um ato autorizando a retificação dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD) cujo prazo já tenha expirado. A decisão vale para o período de apuração compreendido entre os 24 meses anteriores à data de autorização para retificação da EFD. O prazo para envio do arquivo é de até 30 dias, a contar da autorização para retificação, devendo ser observado o que segue:

I – o período de apuração deverá estar compreendido entre os 24 (vinte e quatro) últimos meses anteriores à data da solicitação de autorização para retificação da EFD;

II – a solicitação de autorização para retificação da EFD será realizada por intermédio de aplicativo disponível no Sistema de Administração Tributária – SAT;

III – caso exista alguma pendência que impeça a autorização automática, a solicitação poderá ser protocolada na Gerência Regional da Fazenda Estadual a que estiver jurisdicionado o contribuinte;

IV – o prazo para envio do arquivo EFD é de até 30 dias, a contar da autorização para retificação;

V – a retificação será efetuada mediante envio de outro arquivo para substituição integral do arquivo digital da EFD regularmente recebido pela administração tributária;

VI – para a geração e o envio do arquivo digital relativo à retificação da EFD, deve-se observar o disposto nos arts. 29, 31 e 32 do Anexo 11 do RICMS/SC-01, com indicação da finalidade do arquivo;

VII – a autorização para a retificação da EFD não implicará o reconhecimento da veracidade e legitimidade das informações prestadas nem a homologação da apuração do imposto efetuada pelo contribuinte;

VIII – o disposto no Art. 1º do ATO DIAT Nº 028/2014, não caracteriza dilação dos prazos de entrega previstos no art. 33 do Anexo 11 do RICMS/SC-01; e

IX – o prazo para retificação fixado por meio de intimação da autoridade fiscal prevalece sobre o prazo previsto no ATO DIAT Nº 028/2014.

X – não produzirá efeitos a retificação de EFD:

a) de período de apuração que tenha sido submetido ou esteja sob ação fiscal;

b) cujo débito constante da EFD, objeto da retificação, tenha sido enviado para inscrição em Dívida Ativa, nos casos em que importe alteração desse débito; ou

c) transmitida em desacordo com as disposições no Art. 1º do referido ATO DIAT.

Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas no sítio desta Secretaria, em contato via correio eletrônico na página (http://www.sef.sc.gov.br/caf), ou por meio da Central de Atendimento Fazendária (CAF) – telefone nº 0300-645-1515, no horário de atendimento das 08:00 às 18:00 horas.

Fonte: http://www.sef.sc.gov.br/

Registro D500D600, Sped-ICMSIPI

Registro D500D600, Sped-ICMSIPI e Livro Eletrônico do Distrito Federal

A partir da versão 1.1.112.0, o Sistema Questor passou a validar as informações do Campo 14 do Registro D500, Valor da prestação de serviços.

Segue trecho do manual do EFD ICMSIPI, no qual trata das informações referente a escrituração dos serviços tomados e prestados de comunicação.

REGISTRO D500: NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO (CÓDIGO 21) E NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÃO (CÓDIGO 22). Este registro tem por objetivo apresentar as notas fiscais de serviços de comunicações. Na aquisição de serviço, será utilizado por todos os contribuintes; nas prestações de serviço, pelos contribuintes não enquadrados no Convênio ICMS 115/03. Empresas sujeitas ao disposto no Convênio ICMS 115/03 deverão utilizar este registro para informar os documentos emitidos nos modelos 21 e 22, nos casos não previstos no referido convênio, se houver.

IMPORTANTE: para documentos de entrada, os campos de valor de imposto/contribuição, base de cálculo e alíquota só devem ser informados se o adquirente tiver direito à apropriação do crédito (enfoque do declarante)”.

As informações referente aos créditos passiveis de utilização devem ser lançados na tela da capa da nota podendo se acessado pelo menu: MovimentosEntradasEntradas ou teclas de atalho: Shift+Ctrl+E, utilizando o modelo de Documento “22”.

Deverá ser informado a tela de Entradas Sped D500, sendo acessada pelo menu: MovimentosEntradasSpedD500.

Figura 1

Devendo ser informado a classe de consumo a qual o estabelecimento adquirente do serviço está enquadrado.

Para empresa prestadoras de serviços de comunicação, deverão registrar seus documentos fiscais, na tela de Saídas, menu: MovimentosSaídasSaídas, teclas de atalho: Shift+Ctrl+S.

Deverá ser preenchida as informações da tela de Saídas Sped D500, sendo acessada pelo menu: MovimentosSaídasSpedD500/D600.

Figura 2

Deverá ser preenchida as informações da tela de Saídas Sped D500, sendo acessada pelo menu: MovimentosSaídasSpedD510/D610.

Figura 3

As empresas prestadoras de serviços de comunicação deverão ter informado na configuração da opção do EFD-ICMSIPI, “SIM” no campo, Saídas Serviços de Comunicação/Telecomunicação – Registro D500, como na figura abaixo, menu: ConfiguraçõesOptante Sped-Fiscal.

Figura 4

As informações do registro D500 são necessárias não somente para a geração do Sped-ICMSIPI, como para a geração do Livro Eletrônico do Distrito Federal, para o qual os lançamentos de entradas e saídas deverão ser informados no campo, Código Classe de Consumo, a opção 99 – 01 Registro por documento fiscal emitido

Fonte: Equipe Questor

Importação Arquivo Sped Fiscal

O Sistema Questor permite ao usuário fazer a importação de vários arquivos SPED Fiscal em uma única importação. Para isso o sistema avalia o CNPJ, importando cada arquivo para sua respectiva empresa.

Passo a Passo:

Acesse o menu Arquivos/Federais/Importar SPED Fiscal

Na informação dos parâmetros não será necessário informar o campo Empresa, já que o sistema avaliará o CNPJ de cada arquivo.

imagem

Após efetuar a configuração dos parâmetros e indicar a pasta que contém os arquivos inseridos, apenas executar o processo. Ao finalizar o processo o sistema trará separadamente cada arquivo importado identificando o código de cada empresa.

Fonte: Questor Sistemas

Importação do Bloco H do Arquivo Sped Fiscal

A importação do Bloco H (Registro de Inventário) pode ser feita através da importação do Arquivo SPED Fiscal no sistema.

O primeiro passo é possuir a configuração da empresa no módulo Inventário do Questor. Para configurar a empresa acesse o menu Configurações/Configuração da Empresa.

 A primeira definição é o número de casas decimais necessárias para o Custo Unitário e Quantidade, que depende da necessidade dos registros do cliente.

 Para o campo Detalhar ICMS a Recuperar por Item – Informe Sim para além da quantidade e custo o sistema solicitar o valor do ICMS a recuperar a cada produto do estoque. Informe Não para ignorar. Lembramos que essa configuração somente deve ser igual a Sim quando o Usuário desejar destacar no Livro de Inventário o valor do ICMS a recuperar de cada produto do estoque. O sistema permite, no momento da impressão do Livro de Inventário, lançar o valor total do ICMS a recuperar do período.

Para o Campo Detalhar PIS/COFINS a Recuperar por Item – Informe Sim para além da quantidade e custo o sistema solicitar o valor do PIS e COFINS não cumulativos cada produto do estoque. Informe Não para ignorar. Lembramos que essa configuração somente deve ser igual a Sim quando o Usuário desejar destacar no Livro de Inventário o valor do PIS e COFINS não cumulativo de cada produto do estoque. O sistema permite, no momento da impressão do Livro de Inventário, lançar o valor total do PIS e COFINS não cumulativo do período.

Para o campo Período de Inventário – Deve-se informar qual é a periodicidade do inventário: mensal, trimestral ou anual.

teste

A importação do arquivo segue no módulo Fiscal no menu Arquivos/Federais/Importar SPED Fiscal, deve-se importar apenas o Bloco H contido no arquivo, sendo assim todos os demais blocos devem estar assinalados para não importar. A data nos parâmetros de importação deve ser o período a que se refere o inventário, a data em que deve constar a movimentação dos registros, por exemplo, quando inventário anual, ao importar deve-se informar a data para importação como 01/12/2013 à 31/12/2013.

teste1

Após importar os registros acesse o módulo Inventário para verificar a movimentação importada, no menu Movimentos/Lançamentos do Inventário.

teste 2

Também é importada a informação de propriedade do estoque, para que a informação seja carregada de forma completa, no arquivo SPED Fiscal deve conter a informação da conta contábil no registro H010.

Após as devidas conferências é possível estar gerando o Livro de Inventário pelo menu Relatórios/Movimentos/Livro de Inventário.

Para correta geração do SPED Fiscal com informação sobre os registros de inventário é necessário informar SIM no campo de geração, informar o período do registro e o motivo do inventário.

Fonte: Questor Sistemas

NF-e – Começa a ser Implantada a versão 3.10

Projeto mais bem-sucedido do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), com cerca de 1 milhão de emissores no País, a Nota Fiscal Eletrônica está passando por mudanças estruturais determinantes.

Segundo o cronograma, os ambientes de homologação e de produção da versão 3.10 da NF-e, desenvolvidos pelas Secretarias de Estado da Fazenda, ficarão à disposição até o dia 4 de novembro. Mais adiante, em 2 de dezembro, será a vez do ambiente de homologação da NF-e ficar à disposição dos contribuintes, enquanto o seu ambiente de produção somente estará liberado em 3 de março de 2014.

O diretor da Decision IT Eduardo Battistella, membro do Players NF-e – grupo de trabalho que debate os aspectos técnicos e legais da Nota Fiscal eletrônica –, destaca as cinco principais mudanças e analisa como elas refletirão nas rotinas das empresas.

A primeira alteração será a criação de um leiaute único para a NF-e e a NFC-e. “Os leiautes das versões 2.0 da Nota Fiscal eletrônica e 3.0 da Nota Fiscal eletrônica para Consumidor Final foram compatibilizados, minimizando o impacto para quem apenas emite NF-e, além de reduzir os custos de implementação para quem emitirá ambos os modelos de documentos”, explica.

A segunda mudança trata do processo de solicitação de autorização síncrona e/ou compactada, “o que reduzirá o tempo total de processamento e a utilização do canal de Internet”, observa Battistella.

Segundo ele, outra modificação de peso se dará na autorização de download do XML. “O contribuinte poderá informar até 10 usuários (CPF ou CNPJ) que terão acesso à NF-e pelos vários meios disponibilizados pela SEFAZ, trazendo mais segurança ao procedimento”, comenta.

O quarto diferencial ocorrerá na revisão de processos. A emissão de NF-e de devolução deverá ser revista, no caso dos contribuintes que devolvem, em uma mesma NF-e, itens recebidos em mais de um documento de origem. Neste caso, somente um documento de origem poderá ser referenciado por NF-e.

Outro processo que será revisto impacta os contribuintes que realizam operações de comércio exterior, conforme alerta o especialista: “novas informações estão sendo solicitadas no XML e deverão ser previstas nos seus sistemas de gestão”.
Por último, foi introduzida a validação do capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – os dois primeiros dígitos – declarada nos produtos. Segundo Battistella, o saneamento de cadastros de produtos deve ser iniciado imediatamente, ou as empresas terão sérios problemas para a emissão das notas.

“O novo padrão deverá agregar maior qualidade às informações prestadas, aumentando a segurança fiscal da organização, além de causar diversas melhorias de desempenho nesses procedimentos. Por outro lado, para as administrações tributárias, vislumbra-se um maior poderio de fiscalização, que proporcionará a diminuição da sonegação e um provável aumento na arrecadação”, conclui.

Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=10942