Fim da nota em papel: produtores rurais devem se adequar à Nota Fiscal Eletrônica até 2026

A emissão de nota fiscal em papel tem data para acabar no meio rural. A partir de 5 de janeiro de 2026, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) passa a ser obrigatória para todos os produtores rurais, sem exceções. Com isso, deixa de existir definitivamente a Nota Fiscal modelo 4 em papel, que ainda era permitida para produtores com faturamento anual inferior a R$ 360 mil.
A mudança torna a emissão eletrônica uma exigência legal e marca um dos principais ajustes fiscais que o setor rural precisará enfrentar nos próximos anos.
Produtores que já utilizam sistemas oficiais, como o da Secretaria da Fazenda ou o aplicativo Nota Fiscal Fácil, não precisarão realizar adaptações, pois essas plataformas já estão preparadas para atender às novas regras. A partir de 2026, a NF-e também passará a apresentar, de forma informativa, os campos da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), previstos na Reforma Tributária. Nesse primeiro momento, não haverá impacto direto na cobrança desses tributos.
E como fica a emissão de NF-e para produtores que já utilizam sistemas de gestão?
Já quem utiliza sistemas próprios de gestão e emissão de notas deve ficar atento. É fundamental verificar se a solução utilizada está atualizada conforme a legislação vigente e preparada para acompanhar as mudanças tributárias dos próximos anos.
Nesse cenário, o Questor Gestão Empresarial e o ERP Pequenas Empresas já estão totalmente adaptados às novas exigências. Ou seja, já é possível realizar a emissão de Nota Fiscal Eletrônica de forma segura, integrada e conforme as regras atuais e futuras da legislação. Além disso, o sistema está preparado para acompanhar a transição da Reforma Tributária, oferecendo mais controle, previsibilidade e segurança fiscal ao produtor rural.
A Reforma Tributária sobre o Consumo entra em fase de transição (a partir de 2026 e seguirá até 2032). Com isso, ela substituirá gradualmente tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelos novos CBS e IBS. Assim, contar com um sistema de gestão atualizado se torna uma necessidade estratégica para manter a regularidade fiscal e apoiar o planejamento tributário do negócio rural.
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